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Pokémon Go: Pikachu é o novo espião da CIA?

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Tão logo o Pokémon Go foi lançado em alguns países, surgiram alertas sobre  o game que invade a privacidade de seus usuários e tem acesso a informações pessoais, microfone, câmera e localização exata. A disseminação dessas ideias cresceu – obviamente não na mesma popularidade que os casos bizarros em torno do game, de assaltos em pokestops a caça a monstrinhos em velórios. Uma das teorias que viralizaram a partir do domingo (24) diz que o Pokémon Go é, na verdade, um ambicioso instrumento de espionagem global lançado pela CIA em parceria com outras agências de inteligência. A postagem de um brasileiro no Facebook, que já tem quase 20 mil compartilhamentos, detalha como o aplicativo seria um artifício criado pelos yankees para entrar em nossas casas e fazer uma devassa em nossas vidas.


O embasamento da teoria é que o criador do jogo, John Hanke, também fundou uma empresa chamada Keyhole, Inc., um projeto de mapeamento de superfícies que tinha como patrocinadora uma empresa ligada à CIA. A Keyhole foi comprada pelo Google, que tem o serviço de mapas mais popular do mundo. Faltava ao serviço secreto americano um elo com uma empresa capaz de romper a barreira final da privacidade: o acesso digital a nossas residências.



Aqui cabe uma rápida explicação para quem não conhece o game. NoPokémon Go, os jogadores – que vivem à caça das criaturas para coletá-las e treiná-las – precisam se deslocar até os monstrinhos, mirar a câmera ao redor e encontrá-los sobrepostos à realidade na tela do celular. Para capturá-los, basta tirar uma foto com o smartphone. Para facilitar o início do jogo, o Pokémon Go espalha alguns integrantes da turma do Pikachu ao redor do jogador. Se a pessoa estiver em casa, ela vai fazer imagens do quarto ou da sala. That’s a bingo! É tudo de que a CIA precisava.



As teorias não nasceram no Brasil, é bom que se diga. No Reddit, um dos principais fóruns virtuais dos Estados Unidos, um texto questiona a necessidade de tirar uma foto para caçar o pokémon. "Não bastaria o jogador ir até a localização da criatura e ter sua localização verificada por meio do GPS?", pergunta. Segundo o autor americano, todas as imagens registradas pelos usuários podem servir a um grande banco de dados, à disposição das agências governamentais. Há até um e-mail supostamente enviado por um diretor da CIA que fala na “Operação Pokémon Go para melhorar a moral pública”.



Outros pontos alimentam a teoria de que a CIA estaria por trás do retorno do Pikachu. Para que a brincadeira funcione, o Pokémon Gopede permissão para ter acesso à câmera do celular, à localização do jogador, ao microfone e aos dispositivos USB conectados ao smartphone. Em seus termos de uso (aqueles que quase ninguém lê), a criadora do game afirma que "coopera com as agências do governo" e com as companhias privadas. Itens menos nocivos, mas também invasivos, assustaram alguns dos mais desavisados. Um deles diz quer o Pokémon Go pode ter acesso a sua conta de e-mail para enviar mensagens automáticas em seu nome.



Créditos:
epoca.globo.com

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